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A imagem mostra uma dupla de alunas realizando a simulação sobre acessibilidade de pessoas cegas ao computador.

Dinâmica com os alunos de Administração ressalta a importância da acessibilidade em novas tecnologias

Alunos, vendados, utilizaram computadores, simulando a vivência de uma pessoa cega, e puderam perceber a diferença que a acessibilidade nas novas tecnologias traz a esse público

Com o objetivo de destacar a importância da acessibilidade das novas tecnologias, os alunos do curso de Administração do Grupo UniEduK participaram de uma dinâmica. A atividade foi realizada em duplas –  um dos alunos, com venda nos olhos, simulando a vivência de uma pessoa cega, e outro realizando o papel do audiodescritor. 

As duplas realizaram todas as atividades, desde a entrada no laboratório de informática até a navegação em sites, demonstrando a dificuldade que os cegos encontram em relação à acessibilidade e usabilidade de computadores. Toda a dinâmica foi realizada na disciplina de Fluência Digital, sob responsabilidade da professora Raquel de Toledo Camargo Ferraro.

“Minha experiência entrando vendada foi de estar totalmente perdida. Mesmo já tendo entrado na sala antes, tinha a sensação de que, a qualquer momento, poderia cair ou bater em algo. No decorrer da dinâmica, foi pedido para que fizéssemos uma pesquisa sobre a quantidade de cegos no Brasil,  e  essa foi a parte que achei mais fácil pois, por trabalhar com computador, já tinha um conhecimento maior do teclado”, compartilha a aluna Bárbara dos Anjos Ribeiro.

Logo após a prática, os alunos conversaram com o tecnólogo em redes Márcio José Felipe por videoconferência. Márcio perdeu sua visão aos 23 anos e hoje trabalha como consultor em Tecnologia da Informação e em Tecnologia Assistiva. Segundo relatos da aluna Paloma Pereira, o convidado compartilhou experiências e apresentou uma opção utilizada para ajudar pessoas cegas com a tecnologia. A alternativa propõe que o próprio sistema indique as opções abertas no computador, o site que está abrindo, as letras/números que está digitando, entre outras.

Além disso, Márcio também apresentou um novo site chamado Pedra Rara, mantido por pessoas cegas e possui diversos conteúdos para auxiliar esse público, com podcasts e várias programações diárias de Web Rádio. 

“Toda a turma adorou a aula e acredito que abriu nossas mentes, nos colocamos no lugar do próximo gerando um mínimo de empatia em todos nós. Fez com que mantenhamos sempre nossa mente aberta e com vontade de ajudar nessa luta pela inclusão das pessoas que possuem algum tipo de deficiência, seja ela qual for”, finaliza a aluna Paloma.

 

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