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    CORONAVÍRUS: O QUE FAZER?

    No Brasil são dois casos confirmados, com local de infecção na Itália, ambos brasileiros, residentes no Estado de São Paulo. Os casos não possuem vínculo entre si e foram identificados em unidade de saúde privada. Até 28 de fevereiro de 2020, são 182 casos suspeitos e 71 casos descartados em todo o Brasil. Apesar da nova confirmação, não há mudança da situação nacional, pois não existem evidências de circulação sustentada do vírus em território brasileiro. O paciente esteve na Itália.
    O que é coronavírus?
    Coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus foi descoberto em 31/12/19 após casos registrados na China. Provoca a doença chamada de coronavírus (COVID-19). A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem com o tipo mais comum do vírus. Os coronavírus mais comuns que infectam humanos são o alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1.
    Como o coronavírus é transmitido?
    As investigações sobre as formas de transmissão do coronavírus ainda estão em andamento, mas a disseminação de pessoa para pessoa, ou seja, a contaminação por gotículas respiratórias ou contato, está ocorrendo. Qualquer pessoa que tenha contato próximo (cerca de 1m) com alguém com sintomas respiratórios está em risco de ser exposta à infecção.
    É importante observar que a disseminação de pessoa para pessoa pode ocorrer de forma continuada.
    Apesar disso, a transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como:

    • gotículas de saliva;
    • espirro;
    • tosse;
    • catarro;
    • contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão;
    • contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

    Os coronavírus apresentam uma transmissão menos intensa que o vírus da gripe.
    O período médio de incubação por coronavírus é de 5 dias, com intervalos que chegam a 12 dias, período em que os primeiros sintomas levam para aparecer desde a infecção.
    A transmissibilidade dos pacientes infectados por SARSCoV é em média de 7 dias após o início dos sintomas. No entanto, dados preliminares do coronavírus (SARS-CoV-2) sugerem que a transmissão possa ocorrer mesmo sem o aparecimento de sinais e sintomas. Até o momento, não há informações suficientes de quantos dias anteriores ao início dos sinais e sintomas uma pessoa infectada passa a transmitir o vírus.
    Quais são os sintomas do coronavírus?
    Os sinais e sintomas do coronavírus são principalmente respiratórios, semelhantes a um resfriado. Podem, também, causar infecção do trato respiratório inferior, como as pneumonias. No entanto, o coronavírus (SARS-CoV-2) ainda precisa de mais estudos e investigações para caracterizar melhor os sinais e sintomas da doença.
    Os principais são sintomas conhecidos até o momento são:

    • Dificuldade para respirar.

     Como prevenir o coronavírus?
    O Ministério da Saúde orienta cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o coronavírus. Entre as medidas estão:

    • Lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos, respeitando os 5 momentos de higienização. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool.
    • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.
    • Evitar contato próximo com pessoas doentes.
    • Ficar em casa quando estiver doente.
    • Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo.
    • Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

    Qual a diferença entre gripe e coronavírus?

    No início da doença, não existe diferença quanto aos sinais e sintomas de uma infecção pelo coronavírus em comparação com os demais vírus.Por isso, é importante ficar atento às áreas de transmissão local. Neste momento, apenas pessoas com histórico de viagem para a países que possuem vírus circulante (China, Itália, Alemanhã, França etc…) nos últimos 14 dias e que apresentem febre e sintomas respiratórios podem ser considerados suspeitos.
     

    Recomendações para pessoas que preencham requisitos de casos suspeitos para coronavírus

    ISOLAMENTO AVALIAÇÃO ENCAMINHAMENTO
    1. Os pacientes suspeitos devem utilizar máscara cirúrgica desde o momento em que forem identificados na triagem até sua chegada ao local de isolamento, que deve ocorrer o mais rápido possível.
    2. Qualquer pessoa que entrar no quarto de isolamento, ou entrar em contato com o caso suspeito, deve utilizar EPI (preferencial máscara n95, nas exposições por um tempo mais prolongado e procedimentos que gerem aerolização; eventualmente máscara cirúrgica em exposições eventuais de baixo risco; protetor ocular ou protetor de face; luvas; capote/avental).
    1. Realizar coleta de amostras respiratórias.
    2. Prestar primeiros cuidados de assistência.
    1. Os casos graves devem ser encaminhados a um Hospital de Referência para Isolamento e tratamento.
    2. Os casos leves devem ser acompanhados pela Atenção Primária em Saúde (APS) e instituídas medidas de precaução domiciliar.

     
    Com esta mudança, os critérios para a definição de caso suspeito enquadram agora, as pessoas que apresentarem febre e mais um sintoma gripal, como tosse ou falta de ar e tiveram passagem pela Alemanha, Austrália, Emirados Árabes, Filipinas, França, Irã, Itália, Malásia, Japão, Singapura, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Tailândia, Vietnã e Camboja, além da China, nos últimos 14 dias.

    Ministério da Saúde antecipa Campanha de Vacinação contra a gripe

    A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza como estratégia de diminuir a quantidade de pessoas com gripe nesse inverno. Primeiro, devem ser vacinadas gestantes, crianças até seis anos, mulheres até 45 dias após o parto e idosos, historicamente mais vulnerável à doença, que pode levar até a morte. O início da campanha está prevista para começar no dia 23 de março e não mais na segunda quinzena de abril.
    E agora, o que fazer:
    Fique atento aos sinais e sintomas da doença;
    Medidas de prevenção devem ser intensificadas:

    • Lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos, respeitando os 5 momentos de higienização. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool.
    • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.
    • Evitar contato próximo com pessoas doentes.
    • Ficar em casa quando estiver doente.
    • Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo.
    • Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.
    • Caso apresente sinais e sintomas semelhantes a resfriado (Febre, Tosse e Dificuldade para respirar) procure uma unidade de saúde próxima a sua casa.

     
    CUIDADO COM AS FAKES NEWS
    Tão importante quanto a preocupação e cuidados de prevenção com o CORONAVÍRUS, não esqueça da DENGUE, com esse tempo chuvoso os criadouros do mosquito Aedes Aegyti, se multiplicam!
     
    Profa Dra Celene Aparecida Ferrari Audi.
    Coordenadora do Curso de Enfermagem

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