O docente João Paulo Soto Veiga, do curso de Engenharia Agronômica da UniFAJ - campus Holambra, analisou a pegada de carbono da agricultura brasileira com base nas operações do campo.

Docente da UniFAJ – Campus Holambra tem artigo científico publicado em periódico suíço

 João Paulo Soto Veiga analisou a pegada de carbono da agricultura brasileira com base nas operações do campo

O docente João Paulo Soto Veiga, do curso de Engenharia Agronômica do Centro Universitário de Jaguariúna (UniFAJ) – campus Holambra, teve seu artigo científico publicado no renomado Agronomy Journal da editora MDPI, da Suíça. 

O artigo aborda a pegada de carbono da agricultura brasileira com base nas operações de campo. “Ele se utiliza de uma metodologia de fluxo de matéria e energia das atividades e, por meio de uma equivalência entre esses fluxos e a emissão de gases de efeito estufa (GEE), propõe uma estimativa das emissões equivalentes de CO2 na agricultura”, explica Veiga.

As emissões foram categorizadas em dois tipos: diretas, que tratam de insumos que são realmente aplicados na produção agrícola, como fertilizantes e agroquímicos, e indiretas, oriundas das atividades e operações necessárias à produção como preparo do solo, plantio, colheita, entre outras. 

As culturas avaliadas incluem grãos, tubérculos, oleaginosas, frutas e vegetais, com o algodão apresentando as maiores emissões e o eucalipto as menores por unidade de produção. “Das culturas analisadas verificamos que a principal fonte de emissão da GEE são fontes diretas como o uso de fertilizantes e pesticidas, que representam cerca de 64% do total das emissões, enquanto as indiretas correspondem a 36%”, destaca o docente.

A metodologia proposta visa facilitar a comparação das emissões entre diferentes culturas e sistemas de produção, identificando e promovendo práticas agrícolas mais sustentáveis. O estudo concluiu que é crucial avaliar as emissões de GHG das culturas para identificar oportunidades de redução e contribuir para a adoção de práticas agrícolas ambientalmente amigáveis e economicamente viáveis.

A publicação do artigo científico é de extrema importância para a carreira do professor. “A publicação promove o avanço do conhecimento, beneficia a educação e mentoria dos alunos, pode influenciar políticas públicas e práticas industriais e contribui para a reputação e desenvolvimento da UniFAJ pela divulgação internacional que o artigo abrange”, comemora Veiga.

O artigo pode ser lido na íntegra aqui.

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