Gato birmanês: Grupo UniEduK fala sobre a raça ao Vida de Bicho da Globo

Aline Ambrogi Franco Prado, docente do curso de Medicina Veterinária do Grupo UniEduK, deu diversas dicas que contribuíram para a construção do artigo sobre o gato birmanês do Portal Vida de Bicho da Globo. O texto trouxe informações sobre porte, expectativa de vida, origem, pelagem, cuidados especiais, entre outros tópicos.

Confira o texto do Portal Vida de Bicho da Globo na íntegra:

 

Gato birmanês: tudo sobre a raça que tem sua origem envolta em mistérios

Também conhecido como sagrado da Birmânia, o surgimento do bichano teria ocorrido de forma mística 

Dentre as diversas lendas que rodeiam o surgimento do gato birmanês, uma das mais famosas envolve o bichano com a morte de um líder espiritual budista.

Segundo consta, na antiga Birmânia, onde hoje fica o Mianmar, um líder espiritual budista foi morto durante uma invasão por saqueadores de seu templo. Após sua morte, um de seus gatos se aproximou do corpo do mestre e recebeu todos os poderes do homem.

Com isso, a cor de sua pelagem mudou drasticamente, ficando escura nas pernas e no rosto. O branco só se manteve nas extremidades das patas, que tiveram contato com o corpo do monge. É justamente essa história que dá ao gato um de seus mais populares apelidos: “Sagrado da Birmânia”.

Apesar das lendas, a raça só foi reconhecida pela primeira vez em uma mostra francesa de gatos, por volta de 1920, e, em 1966, na Inglaterra, o que teria dado início à jornada do animal no ocidente.

Tratam-se de gatos amáveis, apesar de territorialistas. Não são agressivos e costumam se apegar a uma pessoa em especial da família. Além disso, contrariando o extinto da espécie por locais elevados, os felinos da raça preferem ficar na altura do chão.

 

Informações gerais

  • Porte:

Médio. Os felinos da raça possuem de 20 a 30 cm de altura, com indivíduos que chegam a até 6 kg.

  • Expectativa de vida:

Aproximadamente 12 anos.

  • Origem:

Birmânia.

  • Pelagem:

Fios que variam entre os comprimentos médio e longo com cores variadas, mas pés brancos.

Dentre as tonalidades aceitas estão: frost, azul, chocolate, foca (seal), vermelho, creme, canela, lilás e fulvo (fawn). Porém, ao nascer, os filhotes são sempre brancos.

 

Cuidados especiais

Dentre os cuidados com os gatos da raça, veterinários indicam a necessidade de escovação diária da pelagem para evitar a formação de nós e bolas de pelos.

Além disso, os bichanos devem ter uma alimentação balanceada, pois são predispostos à obesidade. Assim, deve-se ter uma orientação do médico-veterinário para melhor oferta de alimentos para cada fase de vida do animal.

No que diz respeito às doenças, a raça tem maior predisposição para doenças renais e cardiomiopatia hipertrófica; além de apresentar alguns problemas de origem genética, como a degeneração espongiforme, uma condição que ataca o sistema nervoso e causa fraqueza nos membros; e aplasia tímica, uma imunodeficiência que aumenta o risco de infecções.

Podem também ocorrer alterações de gene que afetam o nervo óptico, ocasionando problemas de visão, e a hipotricose congenita, condição que faz com que o animal nasça sem pelos.

 

Quem deu as informações?

Adalberto Von Ancken, professor do curso de Medicina Veterinária da Universidade Cruzeiro do Sul.

Aline Ambrogi Franco Prado, docente do curso de Medicina Veterinária do Grupo UniEduK.

 

Crédito: Portal Vida de Bicho/Globo

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