A imagem mostra a alumni Nathália Ravália Cayetano que fez estágio em Portugal.

Os desafios do intercâmbio: alumni de Medicina Veterinária do Grupo UniEduK fala sobre seu estágio em Portugal

Nathália Ravália Cayetano estudou Medicina Veterinária em Jaguariúna e realizou o estágio obrigatório no  Animalcare Hospital Veterinário Animalcare e no VECC – Hospital VetCentral em Portugal 

Inegavelmente, uma experiência internacional traz inúmeras possibilidades, assim como diversos desafios para quem se propõe a realizá-lo. Dessa forma, foi a experiência da alumni do curso de Medicina Veterinária do Grupo UniEduK, Nathália Ravália Caetano, que realizou seu estágio obrigatório em dois locais em Portugal. 

Nathália conta que a primeira oportunidade de estágio foi no Animalcare Hospital Veterinário e veio da empresa onde trabalha em Jundiaí, a Clínica Veterinária Checchinato. “Meu chefe Daniel Checchinato trabalhou nesse hospital em Portugal e, com esse contato, conseguiu uma oportunidade para eu fazer meu estágio obrigatório do décimo semestre”.

Já o segundo local em que estagiou foi o Hospital VetCentral- VECC, liderado pelo Dr. Nuno Paixão, no qual ela prestou uma prova para entrar. “O processo para fazer o intercâmbio foi muito cansativo e estressante, mas foi uma realização pessoal e uma oportunidade que não poderia deixar escapar”, destaca a alumni. 

Ela explica que esbarrou em alguns obstáculos como com documentações, pois, em Portugal, as leis de estágios são diferentes e, para serem aceitos, os documentos precisaram ser readequados. Além disso, houve dificuldades em relação a passaporte e visto devido à pandemia de covid-19. 

Apesar dos percalços encontrados, a alumni ressalta os benefícios e vantagens do intercâmbio. “O sentimento de ir para outro país trabalhar na minha área de Medicina Veterinária foi incrível, aprendi muito na área de emergência e cirurgia, além de aprender técnicas novas que uso até hoje”, enfatiza. 

Outro desafio apontado por Nathália foi o idioma. “Foi difícil no começo, pois o português deles é bem diferente do nosso português, e eles usam nomes de técnicas diferentes, mas graças a Deus, todos tiveram paciência e me aceitaram muito bem. Além de trabalhar com portugueses, trabalhei com médicos poloneses e da Inglaterra”, salienta. 

Mesmo diante das dificuldades, a alumni considera que o intercâmbio possibilitou mais aprendizado e novas oportunidades.  “A importância desse intercâmbio foi imensa, eu aprendi muito, conheci novas pessoas, abri portas de trabalho em Portugal para mim, tive um crescimento pessoal e profissional, foi uma oportunidade única na minha vida”, garante. 

Por fim, sobre os dois lugares em que estagiou, Nathália diz: “Nos dois hospitais em que trabalhei, tive experiências totalmente diferentes, como na área de biópsia que lá em Portugal é muito comum e, no Brasil, ainda é pouco utilizada. Além da área de fisioterapia com ozônio e na área de emergências, que eu não aprendi muito na faculdade e nem mesmo nos estágios que fiz no Brasil. Entre muitas outras áreas que passei lá, foram todas muito importantes para indicar que tipo de profissional me tornei e ainda quero me tornar”, conclui. 

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