A imagem mostra a médica-veterinária Ana Letícia Rubello que falou sobre Saúde mental de cães e gatos

Saúde mental de cães e gatos: Grupo UniEduK fala sobre o tema com a Casa Vogue da Globo

A médica-veterinária Ana Letícia Rubello, supervisora da Clínica de Pequenos Animais do Hospital Veterinário do Grupo UniEduK, explicou sobre como identificar sintomas que demonstram que a saúde mental de cães e gatos pode não estar boa

Confira o texto da Casa Vogue da Globo na íntegra:

Janeiro Branco Pet: como identificar se seu animal precisa de ajuda

Cães e gatos podem sinalizar que saúde mental não está boa, apresentando sintomas de ansiedade ou depressão; veja o que fazer

A campanha Janeiro Branco, que chama a atenção para cuidar da saúde mental, também é estendida para os pets por clínicas veterinárias e instituições pelo país, para alertar que, assim como os humanos, eles podem apresentar sintomas de depressão ou ansiedade e precisar de ajuda. Mas, como identificar?

A médica-veterinária Ana Letícia Rubello, supervisora da Clínica de Pequenos Animais do Hospital Veterinário do Grupo UniEduK, explica que o primeiro passo para compreender se a saúde mental do seu bichinho não está boa é avaliar suas atitudes, identificando se há mudanças no comportamento habitual.

Se ele passar a apresentar problemas de convivência, mudança no apetite, sono e mau humor, coprofagia (ingestão de fezes), automutilação, lambedura e vocalização excessivas, falta de interesse em atividades que antes eram atrativas, dificuldade para dormir, movimentos repetitivos, arranhadura/micção em local inadequado, agressividade e apatia, são sinais de que pode não estar bem“, enumera.

Mudança de rotina, solidão, perda de outros animais ou tutores podem desencadear ansiedade, depressão, medo e estresse em qualquer idade. “Ao identificar qualquer mudança no comportamento, leve ao veterinário, para que passe por consulta para avaliação tanto física quanto mental“, recomenda.

 

Como ajudar?

Ana Letícia conta que estabelecer uma rotina saudável, com brinquedos nos ambientes, participação nas atividades com ele e com outros animais, promover socializações, passeios e até atividades físicas como natação e caminhadas servem como “tratamento”, ajudando a tornar o cotidiano do pet mais agradável.

Em alguns casos, podem ser utilizados ainda medicamentos como ansiolíticos e antidepressivos, bem como métodos da Medicina Integrativa, tais como acupuntura, cromoterapia ou homeopatia. É essencial oferecer bem-estar ao animal como um todo, ou seja, físico e mental“, ensina.

 

Com informações: Casa Vogue – Globo

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