Alunos de Enfermagem realizam simulação realística em vítimas de acidente de moto

O intuito foi avaliar os alunos em simulação realística de Atendimento Pré-Hospitalar em vítima de acidente de motos

Sob orientação do professor Fábio Luís Montanari, alunos do décimo semestre do curso de Enfermagem do Grupo UniEduK realizaram uma simulação realística de APH – Atendimento Pré-Hospitalar em vítimas de acidente de moto. Para contribuir com o conhecimento, eles convidaram a enfermeira, Mestre em Ciências da Saúde, Raisa Ferreira Camilo, que desenvolve pesquisa com vítimas de múltiplos traumas.

De acordo com o docente, antes da simulação, foram encaminhados artigos para que os alunos estudassem sobre o tema. No dia da atividade, eles se dividiram em grupos para responder e aprimorar o conteúdo, dialogaram sobre o assunto com a Mestre a fim de aplicarem na simulação e, consequentemente, desenvolverem habilidades pertinentes a essa situação. 

Foi uma experiência incrível. Consegui com essa simulação detectar as lacunas de conhecimento em relação a essa situação e preenchê-las com a discussão junto à enfermeira convidada e especialista no assunto. Pudemos proporcionar uma experiência e vivência dessa situação de APH em trauma em ambiente controlado e seguro, gerando com certeza mais segurança e confiança para os discentes atenderem melhor essa situação em sua vivência profissional futura”, enfatiza o professor. 

Segundo Fábio, tanto as alunas que participaram fazendo o atendimento quanto as que foram vítimas relataram estar vivenciando a cena. “Os relatos demonstram que a simulação realística é um método eficaz e que aproxima o ensino com a realidade”, ressalta. 

“Ainda estou com a adrenalina correndo no corpo, senti que estava realmente vivenciando a situação”, conta a aluna Andreza Costa. 

A aluna Renata Canelle Martinatti também gostou da atividade: “Amei a simulação, foi muito dinâmica e bacana. Foi possível colocar em prática o que estudamos. Muito agradecida por compartilharem conosco esse conhecimento”, diz. 

Suelen Stefane Cardoso acrescenta: “Foi ótimo! Confesso que fiquei ansiosa quando a simulação começou. Por estar fazendo a vítima, parece que realmente estava acontecendo comigo. Isso é bom para nos colocarmos no lugar de quem atendemos”

“Os discentes conseguiram aplicar o conhecimento adquirido anteriormente e também refletir sobre os possíveis erros e, assim, discuti-los de forma que, em uma situação real, já saberão como evitar os erros”, finaliza o professor. 

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