“Atividade Física na Escola” e “Etnomatemática” são temas de palestras dos cursos de Educação EaD e Híbrido

Alunos do curso de Pedagogia, Letras e Educação Física, nas modalidades EaD e Híbrido, participam de palestras sobre a abordagem de atividade física para saúde na escola e o ensino de diferentes culturas

Os cursos de Pedagogia, Letras e Educação Física da modalidade EaD organizam palestras sobre a abordagem da atividade física para saúde na escola”, Etnomatemática e o ensino de culturas não europeias em instituições de ensino.

As palestras fazem parte de um projeto de extensão denominado “Ciclo de Palestras: Conhecimento, Educação e Sociedade”. De acordo com os organizadores, os encontros têm por objetivo ressaltar a importância dos conhecimentos desenvolvidos no contexto escolar e nas culturas africanas, principalmente seu ensino na prática.

Em um primeiro momento, os estudantes participaram de uma palestra on-line sobre a abordagem da atividade física para saúde na escola com o professor Paulo Guerra, em que puderam abrir horizontes sobre a atuação do profissional de Educação Física, o que é muito importante para sua formação acadêmica.

Além disso, também contribuiu para que os profissionais da Educação no geral pudessem compreender como a educação trabalhada na escola está envolvida com questões pertinentes à saúde dessa população.

A professora Karina Brunheroti, orientadora pedagógica da Educação, ressalta que a palestra foi bastante produtiva e contou com a participação de mais de 100 pessoas, as quais participaram ativamente do encontro.

A palestra abordou um tema que, muitas vezes, é negligenciado. Assim, o evento buscou compartilhar o conhecimento acerca do Programa Saúde na Escola, bem como as possibilidades de intervenção entre profissionais de Educação Física que atuam nas unidades de saúde e nas escolas”, afirma a docente.

A docente ainda ressalta que o Projeto Ciclo de Palestras contará com mais convidados ao longo do semestre.

 

Etnomatemática

Em uma outra palestra, conduzida pelo professor Wilson Queiroz, foram abordados os conceitos e as leis sobre o ensino de culturas não europeias em escolas de ensino fundamental e médio. Um exemplo citado é a Lei 10.639/03, que propõe novas diretrizes curriculares para o estudo da história e cultura afro-brasileira e africana. Os professores devem ressaltar em sala de aula a cultura afro-brasileira como constituinte e formadora da sociedade brasileira, valorizando-se, também, o pensamento e as ideias de importantes intelectuais negros brasileiros.

A professora Regina Maringoni ressalta que a matemática está presente em todas as culturas, tendo origem nas habilidades de solução de problemas necessárias para a sobrevivência de um grupo social.  Dessa forma, o estudo de diferentes métodos matemáticos culturais é importante para a expansão do conhecimento geral.

A Etnomatemática surgiu quando o ensino tradicional da matemática foi bastante criticado por desconsiderar saberes de fora da cultura europeia.
Hoje, a Etnomatemática é um campo de pesquisa amplo e sua definição continua em debate no meio científico
”, explica a docente.

Ao enfocar a matemática a partir dos saberes africanos, cumprimos o disposto para o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana no Brasil, que sempre se limitou às aulas de História com o tema da escravidão negra africana”, finaliza a docente responsável pela atividade.

 

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