A imagem mostra alunas de Medicina Veterinária durante a aula prática de processamento tecnológico de empanado e presunto.

Em prova, estudantes do curso de Medicina Veterinária realizam processamento tecnológico de empanados e presunto cozido

Alunos foram avaliados pela disciplina Tecnologia de Produtos de Origem Animal, em prova prática e teórica sobre processamento tecnológico de empanados e presunto cozido

Os estudantes do curso de Medicina Veterinária do Grupo UniEduK foram submetidos a uma prova prática e teórica sobre processamento tecnológico de empanados e presunto cozido. A avaliação aconteceu na disciplina Tecnologia de Produtos de Origem Animal – TPOA, ministrada pela professora Juliana Cristina Baldin. 

Para isso, segundo a docente, eles tiveram que produzir os empanados de frango e o presunto cozido, seguindo as legislações de cada produto. Eles não podiam usar nenhum material de consulta. “Dessa forma, eles precisavam do conhecimento do grupo para relembrar as etapas de cada produto”, comenta. 

De acordo com a professora, foram avaliadas as boas práticas de fabricação, tais como uso correto de toucas, luvas, jaleco, higienização de mãos, utensílios e o não uso de adornos (colares, brincos, relógios, pulseiras). 

Além disso, foram avaliadas as corretas utilizações dos aditivos e ingredientes cárneos com suas referidas etapas e, no final, o ponto do empanado e do presunto. O grupo também era avaliado com questões sobre a função tecnológica de cada etapa.

Sobre a importância da prova prática e teórica, Juliana destaca: “O grupo trabalha junto e dividindo as tarefas, despertando nos alunos o poder de liderança e união tão requerido nos empregos atuais”, diz. 

“Na nossa área de tecnologia de produtos de origem animal, geralmente, os alunos irão trabalhar em empresas que produzem esses alimentos, independente do cargo ocupado, eles serão testados sobre conhecimentos do que são esses alimentos e de que forma são produzidos e quais os possíveis problemas que podem surgir”, explica a docente. 

Ela acrescenta: “Nesse propósito, é importante que o aluno já tenha em mente a forma correta de produzi-lo, por que usar os aditivos, em que momento adicioná-los, para que, numa eventual falha, eles possam pensar nas mudanças tecnológicas necessárias. Ao produzir o próprio alimento, eles acabam entendendo as dificuldades das empresas e dando maior valor ao produto consumido”, conta Juliana.

Por fim, ela complementa falando sobre a importância do profissional de Medicina Veterinária em relação à saúde humana. “Nosso papel como médico-veterinário é cuidar da saúde das pessoas, assim torna-se extremamente importante os alunos produzirem alimentos saudáveis e seguros para a população. Aos poucos, estou tentando despertar esse amor que tenho por Tecnologia de Produtos de Origem Animal e, quem sabe, conseguir cada vez mais que eles se interessem por essa área tão necessária para nós, seres humanos”, finaliza a docente. 

 

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