A imagem traz uma arte nos moldes do Grupo UniEduK com e um print da plataforma de urgências e emergências médicas.

Alunos do Curso de Medicina utilizam plataforma de urgências e emergências médicas

Com a plataforma de urgências e emergências BodyInteract, os estudantes simularam o atendimento a pacientes que apresentam doenças mais prevalentes na sociedade, como sepse, acidente vascular cerebral, infarto agudo do miocárdio e síndromes gripais

No primeiro semestre de 2021, os alunos do terceiro ano do Curso de Medicina do Grupo UniEduK (UniMAX) iniciaram as simulações realísticas na plataforma de urgências e emergências médicas chamada BodyInteract. A ação faz parte da atividade curricular de Saúde, Doença e Cuidado – SDC.

De acordo com a professora Maria Cristina Costa, nesta atividade, os alunos, organizados em equipes, simularam o atendimento a pacientes que apresentam descompensações, nos serviços de urgências, em doenças mais prevalentes na sociedade, sobretudo a Sepse, o Acidente Vascular Cerebral – AVC, o infarto agudo do miocárdio e as síndromes gripais.

“Os alunos se expuseram a referenciais teóricos das melhores práticas  médicas e evidências científicas, em cada uma dessas doenças e aplicaram esse conhecimento hierarquizado, em equipes, nos atendimentos dessas simulações”, explica a docente. 

Com a finalidade de consolidar a capacidade de análise e desenvolvimento do raciocínio estratégico, a proposta considerou as competências pretendidas para o estudante nesta etapa do Curso de Medicina. 

Segundo a professora, a partir da reflexão da prática dos atendimentos de urgência e emergência realizados nos pacientes simulados, houve a priorização do eixo de promoção da saúde como uma estratégia de promoção do cuidado.

“Os cenários médicos não controlados, quando em simulações, permitiram que os alunos também desenvolvessem habilidades emocionais nesses ambientes. Treinando-os sobre como se portar emocionalmente nas situações tensas da Medicina. Além de permitir a repetição à exaustão dos casos clínicos, sem colocar pacientes ‘de verdade’ sob riscos”, acrescenta a professora Maria Cristina. 

 

PROJETOS DERIVADOS DA PLATAFORMA DE URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS  

Como resultado, ao final do primeiro semestre, os alunos produziram projetos de intervenção na comunidade sobre esses temas da Medicina de urgência e emergência a fim de transmitir informações relevantes à população . 

Entre os projetos apresentados estão vídeos sobre AVC, infarto e síndromes gripais, além de folder sobre Sepse e AVC. “Os alunos atuaram, principalmente, como agentes sociais , integrando o ensino à promoção do cuidado da saúde da população”, conclui a professora. 

 

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